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Agente de trânsito matou a mulher, por ter recusado fazer sexo

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Um homem espancou mortalmente a mulher, grávida de nove meses, por esta alegadamente recusar-se a ter relações sexuais consigo.

De acordo com o pai da vítima, que denunciou o caso à Rádio Luanda, depois da agressão, a mulher, Palmira, de 36 anos, ainda foi levada para o hospital, onde morreu já depois de dar à luz uma menina.

Segundo o pai, o corpo da filha apresentava vários sinais de escoriações, inflamação na cabeça, barriga e um dos membros superiores fracturado. “Quando cheguei no hospital as enfermeiras não queriam que eu visse a minha filha alegando que ela já se encontrava na morgue. Mas após insistência e ameaças de que eu haveria de chamar a polícia trouxeram-me o corpo dela e pude confirmar o estado lastimável em que se encontrava a Palmira”, lamentou.

Em declarações à Rádio Luanda, o pai explicou que, no passado fim de semana, recebeu um telefonema do genro explicando que a mulher havia morrido pouco tempo depois de dar à luz.

Os familiares da mulher recusaram-se a aceitar o relatório médico, que indicava a causa de morte por queda, e apresentaram uma queixa-crime aos Serviços de Investigação Criminal (SIC). Após uma autopsia ao corpo, descobriu-se que, afinal, a causa da morte foi por espancamento.

O suposto autor do crime, identificado como Zé, é efectivo da polícia de trânsito, abandonou a esposa no hospital e nem sequer compareceu ao funeral.

O suspeito foi detido quando dirigiu-se à casa dos sogros. Aí foi agredido por familiares e vizinhos de Palmira e levado à força para uma esquadra da polícia.

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