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Agente dos serviços de investigação criminal (SIC) do Uige assassinado em Luanda

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Antonio Sidney Oliveira da Cruz agente dos serviços de investigação criminal (SIC) do Uíge, foi assassinado a tiro na madrugada do dia 19 de março na zona da FAPA em Luanda. informou fonte familiar.

No dia 19 de março de 2017 Antonio Sidney Oliveira da Cruz de 26 anos de idade, agente de terceira dos serviços de investigação criminal (SIC) do Uige foi convidado precistentemente por Dison Geoffer Ferrão Estevão de 27 anos de idade, ex-cadete do Instituto Superior de Tacticas Militar (ISTM) no grafanil Luanda, a participar de uma festa de aniversario de sua filha. Por volta das 2 horas da manha Dison e seus cumplices levaram Sidney até um beco escuro na zona da antiga FAPA K-12B onde após terem o agredido  Dison disparou mortalmente com um tiro de arma de fogo na cabeça de Sidney.

Testemunhas do incidente relatam que Dison em companhia de mais 3 pessoas incluindo sua mãe e seu irmão mais velho funcionario do Banco BPC levaram Sidney ainda vivo para um local desconhecido passando mesmo nas proximidades da residencia do malogrado sem sequer avisar aos seus familiares do ocorrido.

Na manha seguinte, e como o malogrado teria de regressar para a provincia do Uige naquela manha, sua mãe notou a sua ausencia e preocupada pede ao irmão mais novo para saber do paradeiro do mesmo. Ao contactar os amigos foi informado que houve um acidente em que Sidney havia sido ferido e levado para o posto medico. Momentos depois a familia recebe um telefonema da 44ª esquadra da policia nacional cita na Moagem informando que Sidney tinha cido atingido mortalmente por Dison e que o mesmo ja estava detido nesta mesma esquadra.

O corpo do malogrado foi encontrado na Camera 5 da morgue central tendo cido transferido do hospital Maria Pia. Na ficha de transferencia não consta o nome da pessoa que o levou até ao hospital. Por outro lado não se explica que alguem leve uma pessoa ferida com um tiro na cabeça e morre e a policia em serviço não prende ou detem ninguem. Informaçoës chegam relatando que o irmão mais velho de Dison foi quem o levou até a referida esquadra por ser de sua conveniencia. Tambem chegam-nos relatos que na mesma madrugada do assassinato um patrulheiro da 44ª esquadra garan.

Entretanto, face a contundência das acusações, o Correio da kianda envidou esforços em contactar o commando da polícia de Luanda, mas sem sucesso.

 

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