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Sociedade

Agente do SIC assassina jovem de 23 anos no Rangel por razões até agora desconhecidas

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Os familiares descrevem o cenário como um assassino bárbaro, protagonizado por um agente dos serviços de investigação criminal, (SIC), que segundo ainda os familiares, dizem tratar-se de um agente conhecido na zona do Rangel, por ter uma conduta indecorosa, e que tem usado o poder que tem, para intimidar, e até matar ao seu belo prazer pessoas inocentes, conforme acusa Osvaldo sales, tio do Malogrado.

“Ele é muito falado no Rangel e ele tem um comportamento da mesma natureza, tem perturbado a vida, também esteve no cazenga também andou a fazer é desfazer das suas, é sempre as mesmas práticas matar as pessoas. Acusa o tio!

Tudo aconteceu na noite do último sábado 14, no bairro da terra nova, quando Hermenegildo sales Lourenço de 23 anos, foi executado com três tiros, tendo sido o primeiro do braço, o segundo da perna, já com dores
confessando ao agente do SIC que era inocente e que não sabia o que se passava, ainda assim foi executado com um disparo final, que foi da cabeça.

O tio da vítima contou ainda ao Correio da Kianda, que na noite do crime, havia uma festa numa casa vizinha onde supostamente vive a namorada do agente do SIC, apontado como mentor do assassinato.

Osvaldo sales, explica que terá sido durante o convívio, que surgiu uma confusão, e o agente do sic, de forma a impor o seu poder de autoridade, começou a fazer disparos para dispersar as pessoas, foi então que depois de ter dispersado, o agente saiu a rua, onde deparou-se com dois jovens que estavam a jogar matraquilos, os abordou, e sem querer ouvir os argumentos dos jovens, fez logo dois disparos ao jovem Hermenegildo.

O amigo com quem o Malogrado esteve no momento, assustado, meteu-se a correr, e conta que o agente do SIC fazia-se acompanhar de uma cerveja, “e nem sequer sabíamos o porquê que ele nos interpelou para depois matar o meu amigo. Contou!

A polícia que diz já ter detido o autor do crime, lamenta o facto, e avança que o agente do SIC acusado pela família, não é o mentor, mas confirma ter sido sim, um agente do SIC o presumível auctor, com um nome semelhante ao agente do sic-luanda cuja as imagens circulam nas redes sociais.

Contactado a fazer uma apreciação sobre este crime , o jurista José cucoba , refere que a Constituição da República, na secção II sobre a Garantia dos Direitos e Liberdades Fundamentais, no seu Artigo 59 proíbe a pena de morte, por essa razão, segundo o jurista , o agente em causa, corre o risco de apanhar uma pena máxima de prisão, pelo facto de ser considerado este acto um homicídio voluntário premeditado.

Mateus Rodrigues, Director de comunicação institucional da Polícia em Luanda, falando ao Correio da Kianda, avançou que o agente já foi encaminhado ao ministério público, prometendo mais informações sobre o caso nos próximos tempos.

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