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Sociedade

Advogados do caso Rufino exigem 20 milhões de kwanzas de indemnização

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Caso venham a ser condenados, os presumíveis autores do crime, acusados de terem morto a tiro o jovem Rufino António de 14 anos, em Agosto de 2016, durante um protesto contra a demolição da casa dos pais onde vivia , os 4 militares das Forças Armadas Angolanas ( FAA) poderão ser sentenciados com uma pena que vai de 16 a 20 anos de prisão, conforme perspectiva Luís de Nascimento, um dos Advogados da família Rufino.

” O presumível no nosso entender, é o autor material do crime, é um homicídio voluntário portanto presumo uma pena de 16 à 20 anos. Disse!

Os 4 militares pertencentes na altura na região militar de Luanda, chefiada pelo até então Tenente-General Simão Carlitos wala, por terem praticado o crime de homicídio, nas vestes de um órgão castrense, afecto ao estado, Luís de Nascimento considera ser da responsabilidade do estado indemnizar as famílias, uma vez que terá sido praticado pelos agentes das Forças Armadas Angolanas.

Luís de Nascimento avança, que apesar de a morte não ter preço, a sua equipa de advogados apresentou ao tribunal, uma indemnização de 20 milhões de kwanzas, como forma de desencorajar as várias, e reiteradas práticas de abuso de poder que muitos dos agentes munido de uma arma têm praticado.

” Nós na alegações apresentamos 20 milhões de kwanzas, mas como costuma dizer-se a morte não tem preço, e sobretudo a morte de um menor de 14 anos, de resto achamos que este tipo de valor pelo menos, podem ter um condão de ir terminando com a impunidade, os militares, polícias, muita das vezes agem praticando este tipo de actos usando da impunidade. Terminou!

O ministério público acusa os cidadãos José Alves neves Tandi, Gabriel Domingos, José Pequenino, e Lucas Tulikundene, todos provenientes do posto do comando unificado (PCU) devidamente armados com AKM, escalados na altura para demolir casas nos bairros Walale, de serem os principais autores da morte do jovem Rufino de 14 anos de idade.

 

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