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Sociedade

Administrador-adjunto do Andulo julgado por promover festa durante o estado de emergência

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O Tribunal da Comarca do Cuito está a julgar, sumariamente, o administrador-adjunto para a área Orçamental e Financeira do Andulo, Euclides Canjondele Artur Fernandes, por desobediência.

De acordo com a Procuradoria Geral da República local, Euclides Canjondele Artur Fernandes é acusado de ter promovido uma festa, numa das sua propriedades, domingo último, com mais de 50 pessoas.

Na tarde desta terça-feira, deu-se continuidade a audiência de julgamento, mas o juiz da causa, Hélder Vicente da Silva, suspendeu-a para quarta-feira, para a audição de alguns declarantes e testemunhas.

No mesmo dia pode ser lida a sentença.

A 31 de Março último, o mesmo Tribunal condenou um pastor e três fiéis de algumas denominações religiosas a nove meses de prisão, igualmente por crime de desobediência.

A pena de prisão dos quatro réus, julgados sumariamente, foi suspensa e convertida em multa de 10 mil e 800 kwanzas e ao pagamento de taxa de justiça de 25 mil kwanzas cada, respectivamente.

Com vista a conter a propagação da pandemia, Angola observa, desde à 00h00 de domingo (26 de Abril), o terceiro período de Estado de Emergência, a vigorar até às 23h59 do dia 10 de Maio, cumprindo-se assim 45 dias consecutivos de isolamento social.

Esta é a segunda prorrogação, de 15 dias, do regime excepcional, desta vez com um aligeiramento das medidas.

Entre as medidas decretadas está a proibição da realização de cultos religiosos, aglomerados de até 50 pessoas e o isolamento social em residências, excepto em questões meramente justificáveis como saída para procura de alimentos, busca de assistência médico-medicamentosa e outras previamente autorizadas.

 

C/ Angop

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