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Adalberto Costa Júnior afirma desconhecer ao fundo militância do activista Luther King na UNITA

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Três meses depois da detenção do activista Luther Campos King, militante assumido do partido UNITA, o presidente do partido, Adalberto Costa Júnior, falou pela primeira vez neste sábado, 16, sobre a prisão do jovem que está ser acusado de ser o mentor de actos de arruaças ocorridos a 10 de Janeiro de 2022, do qual resultou a destruição do Comitê do MPLA no distrito do Benfica, em Luanda.

Adalberto Costa Júnior que falava em conversa com a comunidade angolana na diáspora, transmitida na plataforma ZOOM, realçou que dispõe de poucas informações sobre a militância do jovem Luther King, acreditando que seja mesmo militante da UNITA. ACJ garante que nunca privou e não teve convivência com o jovem, para saber se na verdade é membro do seu partido.
“O Luther King é um jovem que se assumiu como militante da UNITA, mas não tenho certeza como tal, porque não tive convivência com ele para saber ao todo e que tem feito intervenção bastante forte nas redes sociais”, referiu o político.

O líder do maior partido na oposição disse que os dados que conseguiu ter, é que o jovem que está preso, depois de lhe ter sido atribuída a responsabilidade de um acto ocorrido em local em que não esteve presente. Adalberto Costa Júnior sublinhou que a detenção do jovem deve-se ao facto de terem associado a sua imagem como mandante.




Presidente da UNITA disse que o jovem foi detido injustamente através das suas declarações nas redes sociais, que foram tiradas fora do contexto e o que está ser tornado público está ser montado pelo regime.

“Os actos de cidadão que tenha um cartão de militante da UNITA não devem ser vinculados ao partido”, frisou o líder do Galo Negro, e exemplifica que “se um militante do MPLA comete um crime então vamos dizer que os membros do MPLA são criminosos”?, questiona, afirmando que não alinha nestes tipos de discurso e pensamento.

Na conversa com os internautas, durante a qual abordou questões políticas, econômicas e sociais do país, o presidente da UNITA, realçou que nenhum dirigente do seu partido apoia a violência, e se alguém tem provas das tais acusações que  as leva aos tribunais.

Lembrar que o jovem activista Luther Campos King foi detido em janeiro, dias depois dos actos de protestos ocorridos a 10 de Janeiro, durante a greve dos taxistas em Luanda, dos quais resultaram a destruição, por fogo, do Comitê Distrital do partido MPLA na zona do Benfica, bem como de um autocarro do Ministério da Saúde, que circulava na zona.

Luther King alega não ter saído de casa no dia da ocorrência, conforme uma publicação sua nas redes sociais, depois de a TPA ter emitido uma peça de reportagem com o seu rosto, atribuindo-lhe a autoria dos actos de protestos e vandalização de bens públicos.

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1 Comment

1 Comment

  1. Gabriel

    19/04/2022 at 12:27 pm

    Published 2 dias ago on 17/04/2022By António Cassoma, estas informações de que o presidente da UNITA negou exclusivamente que o ativista em questão não é membro do seu partido é mentira eu assisti a entrevista e em nenhum mormente ele disse isso.

    parem de difamar alguém que queira o bem dos angolanos eu não sou da Unita e nunca foi mais o Mpla que vos manda difamar o candidato que o povo quer escolher como líder das próximas eleições

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