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Acusado de agressão sexual, Trump rebate: “maluca que inventou uma história fraudulenta”

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Após um julgamento que durou duas semanas, o júri de um tribunal federal na cidade de Nova Iorque, considerou, na terça-feira, o antigo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, responsável por agressão sexual contra a jornalista E. Jean Carroll, em 1996, determinando o pagamento à colunista de 5 milhões de dólares por danos compensatórios.

A decisão foi anunciada pelas 15h00 (19h00 em Luanda) depois dos jurados terem chegado a uma deliberação em menos de três horas.

O norte-americano de 76 anos optou por não comparecer no julgamento civil, mas referiu que nunca encontrou Carroll, de 79 anos, num vestiário de uma loja em Manhattan onde a teria atacado e não a conhecia.

O ex-presidente norte-americano acusou-a ainda de ser uma “maluca” que inventou “uma história fraudulenta e falsa” para vender um livro de memórias.

E. Jean Carroll tornou públicas as suas acusações contra Donald Trump no seu livro de memórias de 2019. Carroll descreveu o encontro com Trump numa loja em Manhattan, em meados da década de 1990, onde Trump a atacou e violou num vestiário.

O antigo líder dos Estados Unidos acusou-a de inventar a história para promover o seu livro e, em resposta, ela processou-o por difamação. Carroll voltou a processá-lo final de 2022, desta vez por causa de publicações que Trump tinha feito nas redes sociais.

Agora, o júri concordou unanimemente que Trump era responsável por abuso sexual e agressão, e que também tinha difamado Carroll. De ressaltar que o júri não chegou a provar que Trump a violou.

Com agências internacionais 

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