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Politica

Acusações contra o número um do SINSE é estratégia do Major Lussati para ser liberto, afirma jornalista

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O jornalista angolano José Gama considera que o documento de vinte páginas que o Major Pedro Lussati endereçou à Assembleia Nacional, acusando o chefe do Serviço de Inteligência e Segurança do Estado (SINSE), general Fernando Garcia Miala, de “abuso de poder, sequestro e roubo”, seria uma estratégia para ser ilibado dos crimes pelos quais foi condenado, em Novembro de 2022.

“Lussati é um prisioneiro e quer sair da prisão. Pode ser o caso que ele, para desmantelar ou desconstruir a sua sentença, procura trazer este artifício para mostrar a todos que o seu processo é uma fabricação”, ponderou, em declarações à DW, José Gama.

Pedro Lussati foi condenado a uma pena de 14 anos, agora reduzida a 12 anos, pelos crimes de peculato, fraude no transporte de moeda e branqueamento de capitais, num processo em que um total de 49 pessoas foram constituídas arguidas, dentre elas, altas patentes militares e civis, supostamente envolvidos no desvio de milhões de dólares.

O juiz afirmou ter sido provado que o Major cometeu os crimes de peculato, por adulterar folhas de salário da Casa de Segurança do Presidente da República, através de um esquema fraudulento de pagamentos de salários inflacionados e a funcionários “fantasma”.

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