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“A vingança e ódio do PR está arruinar a economia, a democracia e o futuro de Angola”, diz UNITA

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A UNITA, o maior partido da oposição em Angola, considera que a “vingança e ódio” do Presidente da República, João Lourenço, está arruinar a economia, a democracia, os direitos humanos e o futuro de Angola.

“Sua Excelência Presidente da República está muito ocupado a destilar ódio contra adversários políticos e adversários internos do próprio MPLA”, escreveu a UNITA, no Facebook, na conta oficial de Adalberto Costa Júnior, reagindo ao discurso de João Lourenço sobre o Estado da Nação, proferido na semana passada, considerando um insulto ao país.

“O discurso sobre o Estado da Nação proferido por sua excelência o Presidente da República foi mais um insulto ao nosso passado, mais uma tormenta ao nosso presente e mais uma invenção de mentira colossal sobre o nosso futuro. Importa mais uma vez dizer que o país retratado, não é reconhecido pelas famílias angolanas. O Governo saído das eleições de 2017, completou 4 anos de seu mandato indo para o último ano. Não existe a melhor forma de julgar o presente senão pelo passado”, lê-se no artigo que analisou os 4 anos do mandato do Governo actual em alguns eixos temáticos de importância capital que, para a UNITA, deveriam ser o discurso sobre o Estado da Nação, nomeadamente, o “balanço económico da governação de João Lourenço: PND 2018-2022, a “covid-19”, “causas do aprofundamento da pobreza, combate a corrupção, transparência, prestação de contas e contratação pública”, “estado democrático e de direito”.

No mesmo artigo, a força política angolana considera que existe, em Angola, um desemprego insuportável sobretudo para a juventude, uma situação que contraria a promessa de João Lourenço durante a sua campanha eleitoral em 2017.

“João Lourenço prometeu 500 mil empregos sobretudo à juventude. Mas com as suas “reformas tresloucadas encerrou mais de 600 mil postos de trabalho directo. Significa prometeu 500 mil empregos, ao invés de dar tais empregos se furtou de cumprir a promessa e agravou destruindo os empregos que ele não é capaz de providenciar. Isto é, a maior parte das empresas confiscadas no âmbito da recuperação dos activos do Estado, atirou-se para o desemprego milhares de jovens e muitos deles era o primeiro emprego frustrado. As empresas estrangeiras muitas fugiram e outras temem investir seus dinheiros num País cuja governação não oferece segurança e confiança aos investidores”, lamentou.

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