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Desporto

“A FAF estrangulou um programa que os clubes já estavam a fazer”

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O recurso com efeito suspensivo interposto pelos afectados pela medida da Federação Angolana de Futebol, surtiu seus efeitos, com o levantamento da suspensão que impedia sobre o Petro de Luanda, Académica do Lobito e Kabuscrp do Palanca.

Os três clubes ficam livres de participar em competições, depois da penalização da equipa de futebol dos “tricolores”, por dois anos, e da formação do Palanca, com descida de divisão. O recurso permite a entrada em funções até o pronunciamento da instância federativa, segundo entendimento jurídico.

Sobre o assunto, o comentarista desportivo da Rádio Correio da Kianda, José Zinga, considera que a FAF tomou uma decisão precipitada ao suspender os clubes e não previa a gravidade da situação, que estragou a agenda das equipas.

A FAF se precipitou um bocado na tomada da sua decisão e não previa a gravidade da situação. Agora temos o veredicto final e esperamos que a situação possa se acalmar. Neste momento, os clubes estão a se preparar para fazer os seus jogos. A FAF veio estrangular um programa que os clubes já estavam a fazer”, disse.

José Zinga entende que os clubes devem refazer-se da situação para enfrentar os desafios, quer seja da taça e com o Girabola 2023/2024 que teria início na data aprazada.

“Os clubes vão ter que se refazer para podermos estar com a taça de Angola feita e termos o seguimento do nosso Girabola”, aconselhou.

Jornalista multimédia com quase 15 anos de carreira, como repórter, locutor e editor, tratando matérias de índole socioeconómico, cultural e político é o único jornalista angolano eleito entre os 100 “Heróis da Informação” do mundo, pela organização Repórteres Sem Fronteira. Licenciado em Direito, na especialidade Jurídico-Forense, foi ainda editor-chefe e Director Geral da Rádio Despertar.