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Educação Financeira

A educação financeira nas escolas

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O crescimento de um país só pode acontecer quando as pessoas: Ministério da Educação, Directores de Escola, Professores, Auxiliares de Acçao Educativa, Pais, Educandos receberem informações significativas também quanto ao seu desenvolvimento financeiro, formação como cidadão actuante e comprometido com o desenvolvimento de seu país, lembrando que essa pessoa poderá influenciar, de acordo com a sua preparação e muito a economia de seu país.
Não precisamos apenas de homens e máquinas. Um país para que cresça também é necessário que os alicerces da economia também sejam ampliados. A formação financeira como um dos componentes curriculares, fortalecerá o ciclo produtivo do país.
Lembrando que um cidadão que receba orientação e formação financeira, terá mecanismos suficientes para não cair no consumo excessivo, não ficará preso na teia dos juros exorbitantes, podendo preparar melhor seu consumo e planear o seu futuro de forma consciente e responsável. Isso acarretará em um país mais fortalecido, com uma população menos endividada e muito mais próspera.
Alguns alunos, hoje necessitam dos conceitos e noções básicos da importância do planeamento financeiro.
Antigamente as informações não eram tão acessíveis e a inflação nos dava a necessidade de comprar antes que os preços ao final do dia fossem remarcados. A noção de poupar e aplicar eram mais afastados das classes mais carentes.
O crescimento actual da economia e a melhoria das classes sociais, a melhoria do padrão de vida da população vem de encontro com a necessidade das famílias.
A educação do panejamento financeiro vem tratar do consumismo desenfreado, que percebemos nos educandos, a falta de visão na necessidade de se preparar financeiramente, causa um círculo vicioso em repetições de padrões.
Famílias endividadas, com suas vidas comprometidas em trabalharem apenas para pagarem juros e viverem para pagarem contas.
A importância da educação financeira vem a dar ferramentas para que os pais e principalmente o aluno possa perceber que ele pode ter uma vida melhor, que tenha a possibilidade de se planejar financeiramente. Assim construindo um país mais estruturado e próspero.
Os professores podem e devem fazer nas suas disciplinas assunção a matérias de educação financeira sempre que seja possível fazer essas alusões. Por outro lado, as escolas na sua autonomia e em concordância com directrizes do Ministério da Educação poderem aplicar nas escolas a disciplina de Educação Financeira e Empreendorismo. Não havendo programas e conteúdos programáticos sobre esta matéria, cabe aos professores e seus supervisores a elaboração deste tipo de manuais a fim de que se possam aplicar com uma base de um programa anual com avaliações periódicas da disciplina e, obviamente, dos alunos. As aulas terão como conteúdos: o dinheiro, a sua gestão pessoal, familiar, bancos, seguros, patrimônio, Empreendorismo, estudos de viabilidade e a sua elaboração, etc.
Deixo, aqui, os professores lançarem um desafio, por exemplo, de que em grupo os alunos possam pensar e fazerem um desenho de negócio entre eles e implementar no contexto de que eles vivem e podem fazer, com os parcos recursos que tenham e as suas famílias, sem esquecer que são estudantes e esse é o seu foco principal.

Boas aulas!
Boas aulas de Educação Financeira e de Empreendorismo!