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O ministro do Interior, Ângelo de Barros da Veiga Tavares, exortou quinta-feira, no Huambo, a comunidade de inteligência a desempenhar um papel mais activo no combate à corrupção, nepotismo e branqueamento de capitais.

O governante fez esta exortação durante o acto central dos 43 anos de existência dos Órgãos de Inteligência do Estado, assinalado quinta-feira, 29, em representação do ministro de Estado e Chefe da Casa de Segurança do Presidente da República.

Para o ministro do Interior, é importante que a comunidade de inteligência trabalhe, sobretudo, na identificação das pessoas envolvidas nestas práticas, de modo a impedir que comportamentos desta dimensão não lesem o património e as finanças públicas do Estado angolano.

Ângelo da Veiga Tavares lembrou que o país viveu um longo período de guerra em que o papel da comunidade de inteligência foi bastante crucial para a garantia da integridade territorial, identificação de possíveis ataques e desmantelamento de grupos que atentavam à segurança do Estado.

Nesta mesma esteira de pensamento, disse que em tempo de paz e de nova visão governativa, onde se realça o combate à corrupção, nepotismo e ao branqueamento de capitais, torna-se fundamental o papel desta comunidade, sobretudo, agora com colocação à disposição de ferramentas de serviço, não apenas para o repatriamento de capitais, mas, também, na identificação das pessoas envolvidas nas práticas destes delitos.

Segundo o ministro do Interior, “este desiderato já foi mais complexo, mas hoje e com a cooperação existente com outras comunidades de inteligência existentes no mundo, é possível proceder-se de forma eficaz e célere a troca de informação que permite auxiliar as autoridades judiciárias no esclarecimento de factos que atentem contra à segurança económica, financeira, politica e, sem descurar, os crimes contra humanidade, terrorismo convencional e cibernético”.

Manifestações culturais, desportivas e recreativas marcaram as jornadas comemorativas do 43º aniversário da comunidade de inteligência, integrada pelo Serviços de Inteligência e Segurança do Estado (SINSE), de Inteligência Externa (SIE) e de Inteligência e Segurança Militar (SISM).

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