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O presidente da República, João Lourenço, pediu ajuda aos serviços secretos norte-americanos na investigação para detectar eventuais crimes económicos e depósitos que se inscrevam nesta categoria, que se presumem terem sido feitos em paraísos fiscais como as ilhas Marshall e Maurícias, segundo Jornal de Negócios, na sua edição de 21 de Novembro.

Para JN, esta diligência é paralela aos serviços que foram solicitados às grandes consultoras no sentido de detectarem a retirada ilícita de capitais do país. O presidente de Angola quer resultados rápidos neste domínio, o que até agora não foi conseguido pela Unidade de Informação Financeira, criada a 15 de Fevereiro, para actuar nestas matérias.

Numa primeira fase, o Governo angolano estabeleceu o fim do corrente ano como data-limite para o repatriamento voluntário de capitais, cujos resultados não são até agora conhecidos, mas que parecem não ter satisfeito o chefe de Estado angolano.

O Parlamento angolano aprovou ontem a lei de Repatriamento de Capitais, a qual define que os cidadãos e empresas angolanas têm até 26 de Dezembro (180 dias) para repatriar voluntariamente, sem perguntas ou investigações das autoridades, os recursos financeiros ilicitamente retirados de Angola, podendo até receber incentivos estatais.

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