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Ao fim de três dias de negociações, a oposição congolesa chegou a um consenso e uniu-se em torno de um único candidato às eleições de 23 de dezembro. A reunião dos partidos da oposição da RDC em Genebra foi mediada pela Fundação Nelson Mandela e contou com a presença de figuras opositoras como Jean-Pierre Bemba, Moise Katumbi e Felix Tshisekedi.

“Vou liderar esta luta com todos os meus colegas. Vamos liderar esta luta por eleições livres, democráticas, inclusivas, transparentes e calmas, porque os congoleses precisam de um líder que seja escolhido pelo povo”, disse Martin Madidi Fayulu, nas primeiras declarações após a nomeação.

“O povo precisa de líderes que o acompanhem para alcançar o desenvolvimento, para alcançar a prosperidade, e nós os sete comprometemo-nos a alcançar esses objetivos, para que a República Democrática do Congo deixe de ser um motivo de chacota no mundo”, garantiu.

Fayulu apresentou-se como um homem competente e capaz de ser o próximo chefe de Estado: “Quais são minhas qualidades? Eu sou um empreendedor. Sou um homem de resultados. Sou alguém que se dá a si próprio metas desafiadoras. Tenho experiência. Trabalhei para a Exxon Mobil. Sou um verdadeiro líder. Trabalhei nos Estados Unidos, na Europa, em França, por exemplo, e em sete países africanos. Tenho liderado uma luta política nos últimos trinta anos”.

C/ AFP