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FAF escreve à CAF para banir árbitro zambiano

O presidente da Federação Angolana de Futebol, Artur Almeida e Silva, confirmou hoje, em Luanda, ter protestado junto da Confederação Africana de Futebol (CAF) no sentido de banir o árbitro zambiano Janny Sikazwe, pelos graves erros cometidos no jogo entre o Esperance de Tunis e 1º de Agosto, que influenciaram directamente no afastamento do 1º de Agosto.

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- Artur almeida FAF - FAF escreve à CAF para banir árbitro zambiano

De acordo com responsável da FAF que reagia à Angop a propósito do desfecho da partida realizado em Tunis, o objectivo é fazer com que a CAF irradie o juiz pela actuação irregular e favorecida aos tunisinos e sancione o rival por quebra de regras protocolares.

Este protesto surge igualmente pelo facto da organização deste encontro permitir com que os adeptos locais lançassem substâncias nocivas (fumaça) e fogos de artifício dentro do rectângulo de jogo, pondo em risco a integridade física dos atletas.

Acrescentou que a mesma missiva foi endereçada também para a Federação Internacional de Futebol Associado (FIFA) e ao Conselho das Associações de Futebol da África Austral (COSAFA) para, forma conjunta, se encontrar caminhos para repor a verdade desportiva neste caso, onde os rubros-negros foram visivelmente sabotados.

Durante esta partida, realizada na passada terça-feira, o árbitro zambiano Janny Sikazwe, que representou o continente africano no último mundial da Rússia, teve um comportamento reprovável, que demonstrou ignorar por completo as leis e regras do futebol, levando ao “colo” a formação tunisina.

O juiz cortou quase todas as jogadas limpas dos agostinos, que ainda se viam admoestados severamente com uma “chuva” de cartões amarelos. Chegou mesmo a anular um golo limpo, após falha do guarda-redes contrário.

O pior foi a sequência de tomadas de decisões incongruentes, numa clara demonstração de favorecimento aos caseiros, deixando atónito e sem possibilidades de alterar o rumo dos acontecimentos aos jogadores e equipa técnica do 1º de Agosto.

O que se observou foi um autêntico escândalo e atentado ao futebol, tudo na ânsia do zambiano Janny Sikazwe, veladamente, prejudicar o esforço e empenho honesto do emblema “militar” angolano, que em honra devia se qualificar.

O 1º de Agosto foi eliminado nas meias-finais, ao perder, em Radés, diante do Esperance de Tunis, por 2-4.

Na primeira mão, os militares venceram, no 11 de Novembro, por 1-0.

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